Backlink comprado: por que esse mercado é diferente
Redação Acelera Social
A Acelera Social não vende backlink. A ausência não é falha de catálogo: link pago é outro mercado, com outro ativo em risco e outra forma de dar errado. Vale entender a diferença antes de contratar em qualquer um dos dois.
O que se compra em cada mercado
Quando você contrata uma métrica social, o efeito acontece dentro da rede. O número que você pagou para subir é exibido pela própria plataforma. A entrega é observável: você abre o perfil e confere.
Quando você compra um backlink, o efeito pretendido acontece fora das duas partes que fizeram o negócio. Você paga um site, o site publica um endereço seu, e o resultado esperado depende do que um terceiro — o buscador — decide fazer com aquele endereço. Esse terceiro não vendeu nada, não prometeu nada e não tem obrigação nenhuma com o combinado.
Se a sua dúvida é a inversa — se curtida e seguidor mexem no ranqueamento —, ela tem página própria: curtida e seguidor influenciam o Google.
Quem carrega o risco
Essa é a diferença que mais importa, e ela não faz parte do que está sendo vendido.
No serviço de métrica social, o que está exposto é o perfil, e o desfecho previsto nas políticas costuma ser a remoção dos números contratados — o mecanismo está em o que os termos das redes dizem sobre serviços de terceiros. Some o que você comprou, e o perfil continua de pé.
No link pago, o ativo exposto é o site inteiro: o domínio que hospeda o seu negócio, o endereço que está na nota fiscal e no anúncio. Não existe a hipótese de "remover só o número". E há um agravante: o link foi publicado num site que não é seu. Se um dia você quiser desfazer, quem tira é o dono da outra página — se ela ainda existir e se ele responder e-mail.
O que o Google publica sobre link pago
Não é preciso adivinhar a posição oficial, porque ela está escrita. A política de spam da Busca do Google tem uma seção dedicada a spam de link e trata como violação criar link com o objetivo principal de manipular ranqueamento, incluindo trocar dinheiro, produto ou serviço por link.
O mesmo material diz que comprar e vender link como anúncio é normal, desde que ele seja marcado. A documentação sobre qualificar links de saída descreve os atributos dessa marcação, e aponta rel="sponsored" como o indicado para espaço pago.
Por que a marcação não resolve para quem vende
Leia os dois documentos juntos e o problema do negócio aparece sozinho.
Se o vendedor marca o link como patrocinado, ele fica em conformidade — e o link deixa de fazer exatamente aquilo que o comprador pagou para ele fazer. Se não marca, o comprador leva o que queria, e a transação passa a caber na descrição de spam de link.
A oferta comercial de "pacote de backlinks" vive nesse vão. Link marcado é publicidade, e publicidade se vende com formato, prazo e preço de publicidade, não como pacote de links. O que sobra para vender é a versão sem marcação — cujo risco recai sobre o site do comprador, não sobre quem vendeu. O que o atributo faz e o que ele não faz está em o link do seu perfil social passa autoridade.
O que costuma vir junto na oferta muito barata
Métrica social é auditável no próprio perfil. Link, não. Você consegue confirmar que a URL existe naquela página hoje; não consegue confirmar o que decide o valor dela:
- Se a página é rastreada, ou se está numa área do site que não é.
- Se o link continua lá depois que você parar de pagar.
- Se aquele mesmo site já vendeu a mesma coisa para muita gente antes de você, em assuntos sem relação nenhuma entre si.
- Se o texto em volta do seu link foi escrito para alguém ler.
Quanto mais barata a oferta, maior a chance de as quatro respostas serem ruins ao mesmo tempo — porque preço baixo só fecha em escala, e escala aqui significa a mesma rede de sites revendida em série. Separar oferta séria de prejuízo segue o mesmo raciocínio de qualquer serviço contratado: como reconhecer um serviço que vai te dar prejuízo.
Se o objetivo era ser encontrado
Vale separar dois objetivos que costumam vir embrulhados na mesma frase.
Aparecer bem quando alguém busca o seu nome é um problema tratável, e começa pelo que você mesmo escreve: o texto do seu site e o dos seus perfis. O mapa está em o que aparece no Google quando alguém busca sua marca.
Ranquear para um termo genérico e disputado é outra história, e aqui a honestidade vale mais que uma promessa: não existe atalho comprável. Link que sustenta posição é link que alguém colocou por vontade própria, e conquistar isso é lento, depende do que você publica e não tem garantia. Quem oferece essa parte pronta está vendendo o risco, não o resultado.
A casa vende métrica dentro das redes sociais. Dizer o que ela não vende faz parte do serviço.